Psicoterapia e medicamento juntos funcionam melhor no transtorno de pânico?

Psicoterapia e medicamento podem ser combinados?

No tratamento do transtorno de pânico, é comum surgir a dúvida: é melhor fazer psicoterapia ou tomar medicamento?

Em muitos casos, a resposta não precisa ser “um ou outro”.

Funções diferentes

Os medicamentos podem reduzir a frequência e a intensidade das crises, ajudando o paciente a recuperar estabilidade.

A psicoterapia trabalha outros aspectos, como:

  • medo das sensações físicas; 
  • pensamentos catastróficos; 
  • comportamentos de evitação; 
  • ansiedade antecipatória; 
  • prevenção de recaídas. 

O documento destaca que a combinação entre antidepressivo e TCC pode apresentar resultado superior ao uso isolado em determinados casos. 

Uma abordagem pode facilitar a outra

Quando os sintomas estão muito intensos, o medicamento pode ajudar o paciente a se engajar melhor na terapia.

Ao mesmo tempo, a psicoterapia pode oferecer ferramentas para lidar com os sintomas e reduzir o risco de retorno.

Nem todos precisam da mesma combinação

A decisão depende da gravidade, das preferências do paciente, da disponibilidade de tratamento e das respostas anteriores.

Casos leves podem ser conduzidos de uma forma, enquanto quadros moderados ou graves podem exigir uma estratégia combinada.

O plano deve ser definido com profissionais habilitados.

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